Terapia Corporal Luci Ferreira



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Abre a Porta Patrão!

Mais um Natal chegando aí gente!

Este período é muito intenso em minha família, pois iniciamos o nosso Ciclo Natalino percorrendo as casas com a Folia de Reis de São José da Cia Cultural Bola de Meia, que vai do começo de dezembro até o dia de Santos Reis em janeiro.

É com esta frase:' - Abre a porta patrão! ' que os marombos pedem licença prá chegada da Folia.

E começamos a cantoria na rua mesmo, na porta da casa, o mestre e contramestre dão o tom, as pastorinhas, os tambores, os cantadores, o sanfoneiro seguem a adoração ao presépio.

E assim, já se passaram 14 anos. Em cada casa, as famílias fazem suas preces, agradecimentos e contam o que aconteceu no ano. Tem casa que é só sorriso, noutras, umas lágrimas teimam em rolar. Assim como no dia a dia da gente.

Este ano, Mestre Celso em visita a minha casa com a Folia, agradeceu por ter passado este ano com a ajuda da Divina Providência. Mas cá entre nós, entre a Divina Providência e o cotidiano, tem muito trabalho, muito fazer, muito ser.

Eu faço das palavras dele, as minhas. Não sei como passei este ano e nem como será o ano que vem. Mas tenho certeza de que com vocês, meus amigos e família (tudo junto misturado), será melhor.

E Viva os Santos Reis!

 F E L I Z   N A T A L

Beijos Bons, Luci Ferreira

Marombos da Folia de Reis de São José da Cia Cultural Bola de Meia

Assista ao canal de vídeos do projeto Marombo: A dança da devoção no youtube
http://www.youtube.com/user/marombo2011

Blog: www.marombo.com.br

*Falha técnica: não consegui postar a foto da Bia, fica prá próxima! Beijos à Samira e Beatriz



Escrito por Luci Ferreira às 12h54
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Um minutinho, por favor!

Dentre as minhas atividades do dia a dia, procuro durante o mês me organizar para aprender algo.

Vou à casa de uma amiga para trocar receita de bolo, me inscrevo em algum curso gratuito, vou ao parque e leio um livro...

Enfim, é o que chamo de "ócio criativo"!

Neste mês, estava lá lendo o prospecto do Sesc e, tendo adquirido uma máquina fotográfica digital caseira, estava louca para aprender a usá-la sem pagar nenhum mico, hehehe! Daí que me deparo com um curso que me pareceu "perfeito":- Um minuto de imagens no seu celular; apresentação dos conceitos da realização audiovisual de um filme de 1 minuto.

Taí! (pensei) É isso que eu quero!

Bom, vou eu com a minha máquina nova, claro que nem li o manual ainda, nem bati uma foto, achando que ia ser algo leve, um divertimento. Primeiro, quando chego tinha que ter feito inscrição antecipada...entrei assim mesmo. Depois, eu não sabia que o horário era das 14h às 17h, fiquei assim mesmo. Daí que, cara, o curso era muito mais do que eu esperava! Teríamos que produzir um filme de um minuto, aprender o programa que coloca na internet e com a possiblidade de inscrevê-lo no Festival do Minuto, tudo isto em três dias.

Começamos uma correria insana maravilhosa de idéias, filmagens, informações, algo muito mais intenso:- Que legal!

Então eu percebi porque aquela expressão, "só um minutinho, por favor", às vezes pode demorar horas.

Porque para produzir um filme de 1 minuto nós demoramos 450 min de curso e duas noites de  filmagens extras em casa. Enfim, a d o r e i !

Eis o resultado produzido sem segunda chance de retoques, terminado em 4 minutos por mim e condensado em 1 minuto pelo mestre!

Curtam o Curta " O Panfletário" no link abaixo:

www.coagulofilmes.blogspot.com

Agradecimento especial à Fábio Monteiro (profissionalíssimo);

Ao Ponto de Cultura Bola de Meia - aos participantes da Ciranda de Poesia,

pelo acolhimento e cessão do espaço e imagens para a filmagem;

Abraço ao amigo Sérgio Matuck, novo colega de muitos minutos.

Beijos Bons, Luci Ferreira



Escrito por Luci Ferreira às 16h43
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Oi gente boa!

E aí, mais um feriado de Páscoa? Bom, né! Descansar, comer chocolate...

A Páscoa é o dia santo mais importante para os cristãos. É um ritual de passagem que simboliza a ressurreição de Jesus.


É um momento de renovação! É isto que o "ovo" significa, que a vida continua e se renova.

Atualmente, os brinquedinhos dentro dos ovos de chocolate são mais importantes para a criançada do que o sentido desta data.

Não é fácil "assentar" os pequeninos para contar o que é a Páscoa.

E para você, o que é a Páscoa, de verdade?

Independente de religião, para mim, sempre é um momento de renovação.

Que meu coração esteja sempre se renovando para ser melhor, melhor para quem está perto, para quem está longe, melhor para o mundo!

Beijos Bons, Feliz Páscoa!

Luci Ferreira


* Não encomendou um bolo para esta Páscoa? Ainda dá tempo! Acesse o site http://cerejadoce.net



Escrito por Luci Ferreira às 17h24
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Pújá

(Dedicado à Laura e Deni)

Dia 26 de Março foi  a nossa  Formatura do Curso de Instrutores de Yoga Unitau 2010!

Vocês acreditam que até o Moraes (meu companheiro 'cético') foi, participou de tudo com alegria, entoou mantras, bateu palmas, ficou duas horas sentado em posição de lótus (shshsh) tudo de bom! Já há mais de vinte anos ele me conheceu neste meio, então hoje posso dizer que é verdadeira a afirmação de que: - "o seu amor, ame-o e deixe-o livre". Alguma hora algo de ti vai tocá-lo.

Mas, Pújá quer dizer oferenda, agradecimento. E hoje, escrevo para agradecer aos mestres Deni e Laura que, apesar dos percalços da vida que prossegue "tudo junto e misturado", se mantiveram firmes em suas posturas de bons professores, sempre.

A presença de ambos aconteceu ao longo de todo o curso, porque não houve uma só aula em que a Laura não tivesse seu nome, sua boa lembrança, em nossas mentes. Portanto, considero que aonde um ou mais evocam seu nome, você ali está. E o Deni segurou a onda de manter unido o grupo em sua maioria de mulheres, coisa que não é fácil não!

Não sei se estive à altura de tantos que já dão aulas, porém não questiono em que estágio estou na vida. Prossigo na ação do bem, sem a pretensão de ser exemplo de nada.

Apenas cumpro a função de manter sempre duas xícaras à mesa e muitas outras na estante! Para que aqueles que se achegarem em busca de meu trabalho, da minha companhia, de uma boa prosa, sejam sempre bem vindos.

Meu empenho é de não me esquecer da minha origem, porque com a "experiência dos anos vividos" (tá bom, tô ficando mesmo mais velha, mas fica mais bonito dito assim né, vamos lá, com a experiência dos anos vividos...) já sei que crença passa e muda com a maturidade e o que permanece é a fé. Tenhamos fé e amigos!

O mundo carece de pé no chão, de sentar na soleira da porta com alguém e descascar uma laranja inteira sem arrebentar a casca!

Acredite, isto é bem mais difícil do que aprender sânscrito!


Beijos Bons, Luci Ferreira.



Escrito por Luci Ferreira às 15h46
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Tocando em frente!

Oito de março é o Dia Internacional da Mulher! O que posso dizer, sendo a caçula de uma família de cinco filhas (?)...

Quando  estamos juntas, costumo dizer que é uma terapia em grupo. A história de cada uma se mistura às outras, somos tão diferentes e tão iguais. Desde a minha mãe, aos 77 anos, até a mais nova princesinha (bisneta) Alice, de alguns meses de vida...

Observo este eterno de altos e baixos que a vida traz para cada uma de nós, todos os meses com nosso sangue, pela vida toda com nossa história.

Mudanças de amores, de finanças, de saúde... movimentos da vida que se alternam e o importante é manter a alegria sempre!

Quando nos reunimos em festa, não somos uma família de chorar sobre o leite derramado (e olha que o meu pai era leiteiro, hein?); Acabamos sempre achando graça de tudo e rimos ao relembrar dos fatos inusitados e superados.

Hoje, cada qual no seu momento mulher, com a certeza de que a vida é, em tempos de carnaval, um levanta, sacode a poeria e dá a volta por cima!

Mas, eu gosto mesmo é da temperança caipira de Almir Sater e Renato Teixeira (como me lembrou um amigo estes dias), vamos tocando em frente!

E redescubro porque sempre faço tudo diferente, enfim.

Porque a revolução mora no meu quintal e há de florescer no meu jardim.

Beijos Bons, Luci

 



Escrito por Luci Ferreira às 17h21
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"O que é um brinquedo, sem um amigo?"

Este Ano de 2010 foi intenso para mim! Muitas atividades, mudanças, conquistas, momento de construção que prossegue!

Fico feliz por tantos amigos que tornaram este período mais leve, me fortalecendo nos desalentos, encorajando com seu carinho e impulsionando com os puxões de orelha!

Seguem suas frases maravilhosas, alegres, emocionantes!

Este texto foi feito por vocês!

" Tenho só a agradecer aos Santos Reis! " - oração na Folia de Reis feita pela amiga querida de todas as horas que passou por muitas dificuldades de saúde este ano;

" More, não tem problema..." - das clientes, quando tantas vezes precisei alterar os horários de atendimento...

" Nossa casa está sempre aberta para você!" - dos mestres de yoga que me apoiam e compreendem a presença/ausência;

" Mãe, tô com fome!" - ao abrir a porta de casa diariamente!

" Mas não me esqueci de você nem por um dia." - do amigo querido que quase não encontro e que raramente responde e.mail's;

" É muito bom ter alguém tão especial em nossa família..." - das minhas irmãs generosas e que inflam meu ego exageradamente!

" Seus textos são maravilhosos...inspiradores!" - dos amigos blogueiros me encorajando a escrever uma vez ao mês;

" Você sabe que pode contar comigo, que eu te amo..." - do companheiro de todas as horas enxugando minhas lágrimas (só choro quando tenho medo de não dar conta das contas)

" E aí lindona!" - do poeta amigo do amigo do poeta!

" Levanta menina! Já passa das oito!" - de minha mãe que vai na minha casa me impulsionar!!!

" Tem alguém pelado? " - da família artista quando chega no camarim!

" Touchè!" - da minha irmã com a qual ando de mãos dadas...

" Mas mãe, o que é um brinquedo sem um amigo?" - Danilo

                                             Danilo & Tainá

E o que é a vida sem amigos? Beijos a todos vocês!

Muito obrigada pela força e um Feliz Natal!

Luci Ferreira Apaixonado

 



Escrito por Luci Ferreira às 15h25
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 Perfeição

(em solidariedade a afegã Bibi Aisha)

Tem sido imperativo revelar a importância da mulher no mundo. Falar sobre suas conquistas apesar de todo tipo de tortura e barbárie sofridos. A continuação da espécie está sob nossa guarda.

Não somos submissas, somos guerreiras. Nossas armas são as ações do dia a dia; sabemos o que acontece de terrível com as mulheres ao redor do mundo e não obstante, não somos impotentes. Somos guerreiras cuidando de uma só menina em nossa casa, orientando uma mulher que trabalha conosco, conversando com as amigas. No arroz com feijão do cotidiano, transformamos o mundo.

Rompemos a barreira de sermos denominadas histéricas, menos inteligentes, vulneráveis e frágeis. Somos muitas e somos fortes. Seja combatendo uma doença implacável, vivendo a maternidade com suas dores e alegrias, desmistificando a sexualidade, enfrentando os preconceitos dos hormônios em cada idade, criando correntes de apoio a outras mulheres. 

Temos a capacidade de chorar, gritar, brigar com a mesma intensidade que amamos, sonhamos, sorrimos e damos a volta por cima! Podemos estar descalças, de salto alto, de cara limpa ou bem maquiadas, não importa. Transformamos e recriamos conceitos. Não queremos um mundo cor de rosa, a monotonia cansa. Queremos tudo colorido!

No espaço do café da manhã ao jantar até o amanhecer do outro dia, temos a experiência viva da dignidade de tantas antepassadas igualmente guerreiras, em toda parte do mundo.  E nessa multiplicidade somos muitas, iguais em nossas diferenças. Na beleza de nossas avós, na nossa beleza, na de nossas filhas e das filhas de suas filhas. 

Eterna idade, para mim, é isto. 

Como disse Clarisse Lispector: "A mulher é um ser que vive um processo de transformação contínuo. Nós somos no mínimo quatro mulheres todo mês." Não precisamos ser entendidas, precisamos ser compreendidas. E amadas.

Tudo está 'para ser feito': perfeição é a palavra inacabada.

Beijos Bons, Luci Ferreira

 



Escrito por Luci Ferreira às 11h42
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A máquina de lavar roupas

Há alguns anos minha irmã entrou em casa e anunciou: - Comprei uma máquina de lavar roupas bem moderna. Ficamos esperando a lógica da inusitada anunciação e percebendo nosso olhar de "e daí?" ela completou: - é que minha vizinha faleceu e redescobri que também posso morrer a qualquer momento. Então, olhando para a pilha de roupa suja eu saí e comprei uma máquina de lavar, porque eu sempre quis ter uma.

Este episódio ficou em alguma caixinha de minha memória que foi aberta esta semana. A minha vizinha tão querida faleceu de um ataque cardíaco fulminante, dentro do carro, no estacionamento da faculdade que ela havia iniciado este ano porque os filhos já estavam criados. Não éramos amigas próximas, mas havia uma recíproca simpatia. Pessoa de personalidade amável e sempre sorridente, havia um mês me levou em sua casa para mostrar o piano de sua avó que ela havia restaurado:- decidi ter aulas particulares de piano, disse, porque eu sempre quis ser pianista.

Então, eu comecei a usar no dia a dia as roupas e sapatos que eu guardava para ocasiões especiais.

Como em geral sou bastante simples no modo de vestir, a família e os amigos observaram minha mudança no vestuário:- nossa, aonde você vai! Apenas respondi: - não vou mais guardar as roupas que mais gosto, vou usá-las, porque eu sempre quis fazer isto.

A vida não é para ser só contemplada, é para Ser. Ela é a própria ocasião especial.

O desafio de fazer o que desejamos precisa ser cultivado e exercido nas grandes e pequenas aspirações. Nos "quereres" a curto e longo prazo.

De modo contínuo, hoje e agora. 

Grande Beijo,

Luci Ferreira

(Abraço especial para minha querida mana Leila e ...saudade de Raquel.)



Escrito por Luci Ferreira às 20h45
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Momento Afeto

Todos os anos em meu trabalho com massoterapia tenho a alegria de ter entre minhas clientes, uma gestante para acompanhar. Neste ano, para minha sorte e satisfação, tenho duas! A massagem é um momento reconfortante de relaxamento, saúde e cuidado especial. No caso de gestantes, procuro auxiliar quanto a alimentação, postura, dando apoio no entendimento para as mudanças físicas e emocionais pelas quais o corpo passa, sempre coadunando com as orientações médicas.

Esta transformação aparentemente lenta, afinal são nove meses (ufa!), é na verdade toda uma remodelação de conceitos sobre a existência, a relação corpo/espaço e a clara percepção da nossa condição de animal da raça humana, ser vivente não somente sobre a terra mas, com a terra.

Somos um fruto com semente. Os brotinhos são nossos bebês.

O primeiro momento de afeto para o bebê é o toque. O médico francês Frédérick Leboyer certa vez em passagem pela Índia, observou uma mãe chamada Shantala. Ela fazia uma massagem em seu filho que parecia uma delícia para ambos! Isto fez com que ele os acompanhasse por vários dias tirando fotos, filmando e observando essa amorosa e salutar relação entre mãe e filho.

De volta ao ocidente ele publicou um livro divulgando os benefícios da massagem em bebês denominando-a "Shantala" em homenagem à mãe indiana. A Shantala é recomendada em crianças de 3 meses a 7 anos; é...mas meus filhos me pedem esta massagem até hoje!

O toque é o sentido que nos possibilita ter a noção de que nosso corpo existe enquanto coisa no mundo, com forma no espaço. Nos traz a compreensão de ser tocante e tocado.

Então, tudo isto para dizer: - o que está esperando, se toque! :) Vale passar um creme no corpo e no rosto com carinho e atenção, dar abraços longos e apertados, fazer um cafuné, presentear-se com uma massagem e por aí vai...

O corpo não nos limita, nem nele habita algo muito melhor do que a matéria. Sem o corpo não há vida e a vida não está fragmentada. Ela é inteira sempre. 

Beijos Bons, Luci (abraços à Thati e Samira)

Dica do Mês: Visite o Blog http://umbebepordia.blogspot.com é muito legal!

Em Breve: Curso de Shantala na Assoc.de Massagem de São José dos Campos

Um poema:

(fe)menina

à risca

arrisca

arisca

dentro dos sonhos meus

a menina dos olhos teus

(Luci)



Escrito por Luci Ferreira às 14h33
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O Eterno

No eterno cabe tudo. Todos as experiências vivenciadas através dos sentidos do corpo, que não possui eu nem eu.

Dentro deste eterno, está gravada a inauguração da Casa do Yoga, que aconteceu neste final de semana em Ubatuba, onde o jovem casal Deni e Laura se superaram na realização de um encontro especial. Quem esteve presente compreende que não foi grandioso no sentido comum, foi grandioso no sentido imaterial.

O não eu que está em tudo, cantou, dançou e reverenciou junto com Ratnabali e Amanda. Este é o religare da vida. Fica gravado no eterno, muito além do efêmero da existência. 

Dêem uma olhadinha no vídeo! Observem que a dança clássica indiana Bharatanatyam é a contação de uma história. (Neste vídeo não é a Amanda que está dançando, não a encontrei no you tube, mas é bem legal de ver!)

Shanti Mantra: isso é eterno, aquilo é eterno, do eterno tirando o eterno só resta o eterno, nós viemos do eterno, nós vamos voltar para o eterno. 

Beijos Bons, Luci Ferreira (não se preocupem, não esqueço que a minha essência é caipira!:) Viva a diversidade!

Ratnabali nasceu na Índia numa família tradicional de Calcutá. Formou-se em canto clássico indiano obtendo o grau de Sangeet Prabhakar aos 16 anos de idade. Estudou vários gêneros de canto, como Rabindra Sangeet, Bhajan, cantos folclóricos e clássicos . Depois tornou-se discípula do famoso músico Pandit Prasun Kumar Banerjee da Patiala Gharana.
Na Casa do Yoga, além de nos encantar com sua voz, ela realizou uma cerimônia de abertura com um Pujá para vibrar boas energias, abençoando o novo espaço e aos que por ali passarem.

  

Amanda Rodrigues Alves iniciou sua formação em Dança Clássica Indiana em 1999 com a professora Patrícia Madhusudanan e em 2001, visitou a escola matriz na Índia onde teve aulas com a Guru Shrimathi Kalamandalam Sumathi. Em 2003 passou a integrar profissionalmente o Grupo Natyalaya, realizando várias apresentações pelo Brasil e América do Sul. Em 2007 iniciou seu treinamento como professora tendo desde então trabalhado como professora substituta na Natyalaya em São Paulo. Amanda ministra em Ubatuba o curso de Bharathanatyam, com certificação, oferecido pela escola Natyalaya. As aulas de dança clássica indiana serão na própria Casa do Yoga.

 

Ao passar por Ubatuba, visite a Casa do Yoga 

 Av. Liberdade 953 Centro Ubatuba SP- Fone: (12) 3833.4181

 



Escrito por Luci Ferreira às 15h15
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Novo Blog "Demora mas chega": - Adorei!

É quase um clube do bolinha, do tipo só tem meninos! Mas, é sublime a forma com que este novo Blog chegou.

Simplesmente adorei!

Entendo perfeitamente a dificuldade de começar algo, porque às vezes o que é simples, de tão simples não se realiza.

Atualmente observo cada vez mais os homens se expressando, mostrando os sentimentos sem ressalvas, através de textos, poemas e reflexões. Não são palavras científicas, não são comentários esportivos, não há nada de 'tosco' : - há algo novo no antigo. Poesia.

Poesia renovada, repaginada, contemporânea, porque é óbvio, homens escrevem há séculos. Mas, percebo que um movimento renasce. E me agrada.

Eu, que estou em um momento outonal, esperando pela criação material para prosseguir com meu trabalho, tão corporal , tenho me acalentado pela poesia deste novo espaço das letras: http://demoramaschega.blogspot.com

Ainda bem que chegou,  para me aguçar os sentidos enquanto espero que meu Espaço de Terapia Corporal "chegue" ! Demora, mas chega... porque é uma construção no tempo da vida. O que fazemos no quintal da gente, é sempre muito legal. Temos que acreditar que é bom, temos que querer, desejar muito, para acontecer.

Afinal, "o desejo é o começo do corpo" (Arnaldo Antunes).

Grande abraço, Luci

E por falar em Simplicidade: Música de Bolso/Pato Fu (John Ulhoa)



Escrito por Luci Ferreira às 18h35
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30 de Junho.

 

Há 20 anos, nesta data, eu sentia a força e o calor do braço de meu pai, entrelaçado ao meu. Com os olhos cheios de lágrimas ele me sussurrou ao ouvido: - você podia ter me avisado que seria esta música!

Entrávamos na pequena Igreja do Bairro Esplanada, levados pela voz de nosso amigo Paulinho Azevedo a entoar os versos de Elpídio dos Santos:- ”Fiz uma casinha branca lá no pé da serra prá nós dois morar...”

Lá no altar estava o Padre Zézinho, amigo especial da família, ladeado por nossos pais, mães e padrinhos. Presentes estavam nossos parentes e amigos que se esparramavam por dentro e por fora da Capela.

Lembro-me de quando você Moraes, me estendeu a mão e minha pequena palma ficou entre a sua e de meu pai. O gesto de entrega.

Nós somos de uma geração em que os jovens aclamavam em alto e bom tom:- o casamento é uma instituição falida! E nós também falávamos isso. Pensávamos isso. E mesmo assim, cumprimos todo o ritual.

Hoje, percebo que realmente o casamento é uma instituição falida.

O que vivemos ao longo destes 20 anos está além do casamento formal.

É uma união.                 

Longe de ser estável. É uma união instável!

E por assim ser, sobrevive. Porque temos consciência da inconstância.

Mas inconstante é apenas a circunstância que envolve o limiar do tempo.

Porque o que une o fio tênue de nossas inseguranças, o que preserva o elo forte de nossa presença vai além daquilo que compreendemos.

É vida e arte.

Nos redescobrimos, nos observamos, nos respeitamos, nos admiramos e tantas vezes brigamos! Mesmo assim, não há perdão a pedir nem a doar, apenas a generosidade de amar o ser humano falível, inexato, encantador.

Não sei nada do amanhã, o ontem é história aprendida.

Hoje só quero dizer: - não sinto peso algum.

Amor não é renúncia. É escolha.

Eu, Luci ,escolho você, Moraes,todos os dias.

Todos os dias sobre as tuas mãos repousam as minhas.

 

Com amor, Luci .

 



Escrito por Luci Ferreira às 23h38
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E o coração tranquilo...

(para a amiga Silvia, com carinho)

Estivemos com o projeto Brinca Brasil do Ponto de Cultura Bola de Meia  idealizado por Jacqueline Baumgratz, este final de semana, no Rio de Janeiro, dentro do Complexo da Rocinha.

Este termo "complexo" é bastante interessante para definir a Rocinha. Paisagem singular, permeada pela estrada da Gávea, onde diversas realidades interagem.

Muito difícil colocar em palavras tal experiência. Bom mesmo é lembrar das crianças, de seus olhinhos brilhantes e sorrisos sinceros inebriados com o nosso Show "Rodas e Brincadeiras Cantadas".

Caminhar no eixo central da Rocinha, acompanhados pelos amigos Firmino e Natércia foi um privilégio e uma aula de superação na arte de viver.

Me faz refletir ainda mais sobre a responsabilidade no uso do dinheiro público, na preservação da memória cultural e social, na necessidade de um olhar humanista sobre os diversos universos do Brasil, componentes imprescindíveis para exercer a cidadania.

As palavras: dinheiro e valor devem vir sempre acompanhadas de dignidade e respeito.

Ouço a letra de Walter Franco na voz de Leila Pinheiro, e questiono neste momento:

- é possível manter o coração tranquilo?

Um abraço, Luci Ferreira.

(meus sentimentos Silvia, pelo dia de hoje.)



Escrito por Luci Ferreira às 16h00
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 Sentindo-se em Casa

Não há nada mais gostoso do que chegar em um ambiente aonde a gente se sente em casa. Bom, eu gosto muito desta sensação. Sensação de acolhimento, de tranquilidade e um contentamento familiar.

Foi assim que me senti ao iniciar o Curso de Yoga ministrado por Deni Galdeano e Laura Cavalcanti, na Unitau, neste final de semana. Me senti em casa.

Primeiro porque o ambiente do Yoga permeia minha vida e é sempre bom encontrar pessoas com o mesmo propósito e frequência. Segundo, porque os professores se complementam, possuem cada qual sua força e sutileza, conduzem o encontro com firmeza e paciência. E isto me é familiar, pois mesmo sem conhecerem a Filosofia do Yoga, foi assim que meus pais me conduziram.

Meu pai, com sua paciência e simplicidade do campo que não nos deixou (a mim e minhas 4 irmãs) distanciar da natureza e seus movimentos; e minha mãe, com sua firmeza e cultura, nos mostrando com exemplos de vida as ações práticas que devemos tomar.

As posturas que tomamos frente à vida, são nossos ásanas do cotidiano. Então, com toda a riqueza de virtudes e defeitos que compõem a nossa humanidade, instintivamente na intenção de cuidar e formar boas pessoas, meus pais mantiveram a postura de vida como exemplo. E isto fez a diferença.

De coração aberto me reapresento ao Yoga na intenção de, mais do que entender, compreender o meu corpo/ser de hoje. De cada dia.

Beijos, Luci Ferreira   

                                 DevanagariAum.svg

                 Imagem Om ( domínio público - wikipédia)

Deni e Laura conduzem a "Casa do Yoga"  Av. Liberdade 953 Centro Ubatuba SP 

Contato: yogaubatuba@yahoo.com.br Fones: (12) 3833.4181/3832.2988

Dica do mês:

Estão abertas as inscrições para o Curso de "Massagem e Sensibilidade" da Assoc. de Massagem de SJCampos, com Flávio, início 10/05/2010. Contato: (12)3921.5394 amsjc@terra.com.br 



Escrito por Luci Ferreira às 14h51
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O Processo de Vivenciar
Estive em Recife no final do mês de março para participar da Teia 2010.
Este evento reúne todos os Pontos de Cultura do país e também discute novas diretrizes para as leis referentes à cultura no Brasil. É impressionante como um encontro tão rico de diversidade, criatividade e exercício de cidadania seja tão pouco divulgado pela mídia.
É preciso querer muito saber o que acontece para participar, para ir e estar.
E assim, como tudo na vida, é preciso querer muito. Como diz uma amiga, a gente escolhe viver "com ou sem aventura", viver de corpo e alma ou passar serenamente pela existência.
Feito esta teia que envolve os saberes culturais, sejamos também construtores de uma vida que pretenda unir, reunir, mesmo sabendo que na tessitura tão fina de uma teia rompimentos podem ocorrer, mas ali está toda a força e fragilidade dos encontros que permanecem.
  
Beijos, Luci Ferreira.
(08/04/2010)

LogoTeia2010-FINAL
Logomarca da Teia 2010 resultado de Concurso Público;
Autor/vencedor: Felipe Rizzi
Quer ver fotos especiais? visite link anexo: Rique Fróes Fotografia
Exposição na Pizzaria O Pedal, São José dos Campos SP


Escrito por Luci Ferreira às 15h49
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